"Onde a máquina me leva não há nada. Horizonte e fonteiras são iguais". Curioso esses versos não sairem da minha mente desde cedo. Será que realmente não há nada, não há sonho, não há onde ir? Eu me recuso a crer que não haja um lugar onde eu me encontre, mas a cada dia que passo em meio à rotina sufocante, sinto que a esperança morre um pouco mais.
Cada minuto que passa, aumenta a minha vontade de pegar a estrada, acelerar a 120, 130, 150km por hora, ver as luzes passando velozes por mim à medida que me distancio da mediocridade dos dias que se sucedem sem motivo, sem objetivos, sem mudanças.
Mudança... eis a palavra-chave que me move, que brilha a frente de meus olhos, eis o que almejo. Mudar!!!! Mudar de casa, de trabalho, de lugar, de mim...
Mudar... descobrir o que quero, o que me move, os porquês que me levaram ao que sou (ou deixo de ser) hoje. Descobrir, quem sabe, a minha vontade. E finalmente deixar de ser.
domingo, 7 de outubro de 2007
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