Sou das noites o mistério irrevelado
A que se esconde nas brumas
Que se revela ao luar.
Sou das trevas o seu maior medo
Da escuridão, a fonte da sua metade luz
Da luminosidade, a sua porção de sombras.
Sou seu deserto e seu oásis
Sua floresta e sua clareira
Seu temor e sua fortaleza.
Sou da busca o seu final
E do final o recomeço
Para que mais uma vez a mim voltes.
Sou da sua sacralidade o profano
Do profano o mais puro
Da pureza o seu cotidiano.
Sou da natureza sua parte encarnada
Sou mulher, e por ser assim
Sou Deusa!
Escrito em 18/02/2007
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
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