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que realmente me faz pensar (sentir?)
Coqueiros
Por entre as palmas desse lugar
Por coqueiros de beira mar
Beira os olhos do meu amor
Buscando os meus, vento a soprar
Quero as águas verdes
E quero enfim
Ser maior do que esse mar
Que avança sobre mim
Sobre a areia quero amar
Mas vou te dizer amor, mulher
Na paisagem do teu corpo
Vou deixar meu sorriso
Entre cirandas e cirandar
A cidade Recife, o sal
Do mar que derramei, chorei
Quando deixei tudo por lá
Entre pedras, ruas
Só, meu amor
Entre a gente que falava de mim
Que parti
E hoje aqui quis me lembrar
Vendo as praias tão sem cor, enfim
Sem as palmas dos coqueiros
Meu amor, eu me lembro
... ele não promete nada que não possa efetivamente dar.
nem o sol, nem a chuva
Se eles não puderem/quiserem aparecer.
No fundo, isso é verdade.
Por mais que se ame
Não podemos prometer aquilo que não podemos dar.
Nem o sol, nem a chuva
Nem o tempo, nem a vida
Por mais que a vida se queira dar...
E é por isso que eu invoco o mestre Vinícius,
que também só prometeu
em suas palavras
aquilo que efetivamente podia:
ser infinito enquanto durar.
mas meu desejo
é que sempre seja um
Dia Branco
Se você vier
pro que der e vier comigo
Eu te prometo o sol,
se hoje o sol sair
Ou a chuva,
se a chuva cair
Se você vier...
até onde a gente chegar
Numa praça na beira do mar
Um pedaço de qualquer lugar
Neste dia branco,
se branco ele for
Esse canto, esse tão grande amor
Se você quiser e vier,
pro que der e vier,
comigo
